Ele.
Era ele.
E era ele.
(era?)
e era ela.
Era elo.
Ele era amarelo!
De medo.
De medo dele?
De medo dela?
De medo do elo!
Duelo.
Medo de amar.
E de domar,
sua fera.
Ele amava ela.
Mas, não contava pra ninguém.
Nem pra si.
Andava em circulos,
tentando arrancar a flecha,
que o cupido lançou
em seu coração de pedra.
Vivia no mundo de Atena,
mas sabia,
Vivia no mundo de Atena,
mas sabia,
no fundo,
que ela,
que ela,
era sua Helena.
Porém, seu lado Paris,
tinha desaprendido a viver em pares.
E ímpar,
ele erguia a espada.
Meio Hércules,
lutava contra o leão.
Não de Neméia.
Mas, seu leão interior.
Fingia ser ovelha...
Se protegia no rebanho.
Sem coragem de ser,
Porém, seu lado Paris,
tinha desaprendido a viver em pares.
E ímpar,
ele erguia a espada.
Meio Hércules,
lutava contra o leão.
Não de Neméia.
Mas, seu leão interior.
Fingia ser ovelha...
Se protegia no rebanho.
Sem coragem de ser,
plenamente.
A sua força de viver.
A potência de amar.
Desaprendeu a se doar.
E doeu,
A sua força de viver.
A potência de amar.
Desaprendeu a se doar.
E doeu,
nela.
A machucou
A machucou
e tanto,
que ela partiu.
E ele?
que ela partiu.
E ele?
Se repartiu.
Ou, já era repartido?
Cindido?
Defendido?
No corpo dela o orgone.
A bioenergia fluia.
O amor acontecia.
Entre paredes e sete chaves.
Mas, fora do quarto
ele voltava pro quartel.
Tirava o anel.
E negava o elo.
Amarelo!
De medo.
Sabe,
Ou, já era repartido?
Cindido?
Defendido?
No corpo dela o orgone.
A bioenergia fluia.
O amor acontecia.
Entre paredes e sete chaves.
Mas, fora do quarto
ele voltava pro quartel.
Tirava o anel.
E negava o elo.
Amarelo!
De medo.
Sabe,
o leão do mágico de Oz?
Que não tinha coragem?
Era ele.
E era ele.
(era?)
e era ela.
Que não tinha coragem?
Era ele.
E era ele.
(era?)
e era ela.
Ela,
Bela,
pulsando no seu pau,
e no seu coração de fera.
Natasha Treuffard
Natasha Treuffard
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