Sou a filosofia
que te serpenteia em porquês,
mas que te pergunta com o corpo.
Com o meu corpo.
Sou a poesia,
que te responde e diz sim,
sim,
sim!
Assim,
nua.
Sou sua.
Água.
Tsunami bailarina no seu corpo,
que te convida a mergulhar,
nadar,
devir,
vir.
que te serpenteia em porquês,
mas que te pergunta com o corpo.
Com o meu corpo.
Sou a poesia,
que te responde e diz sim,
sim,
sim!
Assim,
nua.
Sou sua.
Água.
Tsunami bailarina no seu corpo,
que te convida a mergulhar,
nadar,
devir,
vir.
Pula!!
Sou seu convite a se afogar.
A filosofar como modo de vida,
no meu corpo macio.
No meu corpo no cio.
Seu convite a correr perigo.
A se jogar...
No meu eu-água.
A mergulhar profundo,
sem nem sequer,
contar até três.
Natasha Treuffard
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